Mostrar mensagens com a etiqueta Anti-Cancro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Anti-Cancro. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Tomate roxo criado por cientistas previne cancro


O tomate roxo, desenvolvido por cientistas, é referido como uma forma de prevenção de cancro.´

O novo tomate é rico num pigmento antioxidante, antocianina, que encontramos em amoras, que desacelera o desenvolvimento de células cancerígenas.

Os cientistas procederam à implementação dos genes da planta boca-de-dragão, que possui capacidade antioxidante. Esta propriedade originou níveis altos de antocianina que originou à polpa e à pele do tomate a cor roxa.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Linhaça pode impedir o crescimento do cancro da mama


Além de ser um óptimo repositor do estrogénio quando as mulheres entram na menoupausa, estudos recentes apontam a linhaça como capaz de barrar a metástase do cancro da mama.
A lignana, uma substância da linhaça que às vezes age como estrogénio, actua na apoptose celular, ou seja, no suicídio das células defeituosas.
A semente de linhaça é também capaz de diminuir o risco de outros tumores, como o do cólon e o da próstata. Somada a isso, a linhaça também ajuda a controlar os níveis de colesterol, é rica em vitamina E que afasta o envelhecimento precoce e doenças degenerativas. Também tem ômega-3 e 6, que actuam para a saúde cardiovascular.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Terapia com vitamina D pode actuar como quimioterapia natural

Um trabalho mostra que a acção anticancerígena da vitamina D pode ser útil no desenvolvimento de uma “quimioterapia natural”.

A diminuição da actividade de uma proteína chamada MARRS, um receptor para a sinalização da vitamina D, faz com que a célula cancerosa se torne hipersensível ao nutriente, tornando-se mais frágil. A manipulação destes níveis pode modificar a forma como as células de tumor se dividem, tornando-as alvos fáceis para tratamentos.

A vitamina D também está associada a uma protecção maior contra a esclerose múltipla.

O estudo actual mostra que a MARRS desempenha realmente um papel fundamental na determinação do destino das células, podendo ser usada como uma terapia não somente para o cancro, mas também em doenças como o Alzheimer, Parkinson e psoríase.

sábado, 20 de março de 2010

Mulheres que consomem fibras têm menor risco de Cancro da Mama

Um estudo desenvolvido por cientistas da Universidade de Leeds, na Grã-Bretanha, mostra que as mulheres que ainda não chegaram à menopausa e que consomem fibras regularmente, ficam menos vulneráveis a desenvolver cancro da mama.

O estudo foi feito com mais de 35 mil mulheres com idades entre os 35 e os 69 anos e que ingeriam pelo menos 30 gramas de fibra por dia diariamente.

Consumo regular diminui risco em 50%

As mulheres que comem habitualmente fibras diminuíram em até 50% as probabilidades de apresentarem este tipo de tumor.

E para consumir 30 gramas de fibra, é preciso apenas comer cereais ao pequeno-almoço, trocar o pão branco por pão integral e acrescentar à dieta porções de frutas, verduras e legumes.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Estudo revela menos probabilidade de morrer de cancro em mulheres a tomar a pílula

De acordo com um estudo de 40 anos as mulheres a tomar contraceptivos orais têm menos probabilidade de morrer de doença cardíaca, cancro ou uma série de outras doenças médicas. As pílulas anticoncepcionais podem assim conduzir a uma vida mais longa para as mulheres.


O estudo acompanhou 46.112 mulheres de todo o Reino Unido a partir de 1968. As mulheres que tomaram a pílula registaram 12% menos probabilidade de morrer por qualquer causa durante o estudo.

O relatório britânico alivia a preocupação dos primeiros estudos que apontavam que as mulheres que usam contraceptivos podem correr um maior risco de cancro ou AVC, particularmente as que fumam.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Composto presente no vinho tem propriedades anti-cancerígenas

Além da capacidade antioxidante do vinho, que pode reduzir os riscos de doenças cardiovasculares, a bebida tem um composto que induz a morte de células cancerígenas, segundo estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Mais de 70 alimentos têm o resveratrol. São plantas que, além dos nutrientes, têm compostos bioactivos que diminuem o risco do desenvolvimento de doenças crónicas, como o cancro e a diabetes. Mas é preciso consumi-las diariamente.

É no vinho tinto que o composto está mais solúvel mas tomar um copo de vinho não é suficiente para inibir o cancro. Para que os efeitos sejam sentidos, o ideal é uma alimentação regular de hortaliças que contenham a substância.

Vegetais podem proteger contra o cancro do pulmão

Não há maneira de reverter completamente os danos que o fumo provoca, mas uma alimentação rica em vitaminas, com muitos vegetais de folhas verdes e ácido fólico, pode oferecer alguma protecção contra o cancro do pulmão em fumadores e ex-fumadores.

No entanto, a melhor forma de reduzir o risco de cancro, bem como doenças cardíacas e AVC é parar de fumar completamente.

Nanopartículas de ouro destroem células cancerígenas

Um implante de nanopartículas de ouro nas células cancerígenas pode destrui-las, sugerem os investigadores do Instituto de Tecnologia da Geórgia, em Atlanta.

O director do Laboratório de Dinâmica do Laser do Instituto diz que direccionar as nanopartículas para o núcleo das células cancerígenas interrompe a sua multiplicação dando-se seguidamente a sua morte.

O ouro trabalha ao interferir com o ADN das células, explica o investigador, que vai continuar o estudo para perceber como funciona este processo com exactidão.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Alecrim corta compostos cancerígenos presentes na carne cozinhada

De acordo com um estudo norte-americano, adicionar extracto de alecrim à carne picada reduz os agentes cancerígenos que se podem formar ao cozinhar.

Os cientistas adicionaram diversos extractos de alecrim, com diferentes percentagens de etanol, directamente à carne moída de hambúrgueres, os quais foram cozinhados em duas temperaturas diferentes: 200 ºC durante 5 minutos de cada lado e 190 ºC durante 6 minutos de cada lado.

Refere o estudo que, nos hambúrgueres cozinhados a 200 ºC durante 5 minutos de cada lado, o extracto de alecrim com concentrações mais baixas de etanol foi mais eficaz a inibir a formação de compostos químicos cancerígenos.

Estudo liga consumo de refrigerantes a Cancro do Pâncreas

Um estudo norte-americano divulga que o risco de desenvolver cancro do pâncreas aumenta com o consumo de refrigerantes. Os altos níveis de açúcar destas bebidas podem aumentar os níveis de insulina no corpo, o que contribui para a multiplicação de células cancerígenas.

Segundo o estudo, as pessoas que consumiam duas ou mais bebidas semanais com adição de açúcar tinham 87% maior probabilidade de desenvolver cancro.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

França alerta fumadores

A Direcção Geral de Saúde francesa pretende colocar nos maços de tabaco, até 2011, imagens chocantes para prevenir contra os malefícios do tabaco.
As fotos propostas pela Comissão Europeia mostram os efeitos malignos causados pelo tabaco sobre a saúde. Pode-se ver, por exemplo, doentes com cancro, deformações corporais relacionadas com o tabagismo e um feto de uma mãe fumadora.
Este tipo de imagens estão já presentes nos maços de tabaco de países como a Bélgica, Finlândia e Lituânia.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

O código europeu contra o Cancro (CECC):

  • Não fume.
  • Evite a obesidade.
  • Pratique, diariamente, exercício físico.
  • Aumente a ingestão diária de vegetais e frutos e limite a ingestão de alimentos contendo gorduras animais.
  • Modere o consumo de bebidas alcoólicas.
  • Evite a exposição demorada ou excessiva ao sol.
  • Cumpra as instruções de segurança relativas a substâncias ou ambientes que possam causar cancro.
  • As mulheres devem participar no Rastreio do Cancro do Colo do útero (Papanicolau).
  • As mulheres devem participar no Rastreio do Cancro da Mama.
  • As mulheres e os homens devem participar no Rastreio do Cancro do Cólon e do Recto.
  • Participe em programas de vacinação contra a Hepatite B.

domingo, 15 de novembro de 2009

Quais os factores de risco para ter cancro?

As razões pelas quais determinada pessoa tem Cancro continuam desconhecidas, no entanto, a investigação tem demonstrado que determinados factores aumentam a probabilidade de se desenvolver a doença. Globalmente os factores mais comuns são:




  • Idade: é o factor de risco mais importante. Nos dias de hoje, começa a assumir-se que o Cancro deva ser entendido como uma “doença crónica” que acompanha o envelhecimento das células.

  • História familiar de Cancro: algumas alterações genéticas, que podem aumentar o risco de ter Cancro, passam de pais para filhos. O herdeiro dessa alteração genética tem maior probabilidade de desenvolver a doença, no entanto, é raro que tal aconteça.

  • Determinadas hormonas: alguns estudos indiciam que a terapêutica hormonal de substituição (na menopausa) pode aumentar o risco de cancro da mama.

  • Tabaco: devido aos carcinogéneos presentes no fumo do tabaco, os fumadores têm maior probabilidade de ter cancro do pulmão e outros tipos de cancro (ex: cancro da boca, garganta, laringe, esófago, estômago, pâncreas, rim, bexiga, colo do útero e leucemia).

  • Luz solar: A radiação ultravioleta proveniente do sol ou de solários provoca o envelhecimento precoce da pele, bem como alterações que podem vir a originar Cancro da pele.

  • Alguns vírus e bactérias: o Vírus do papiloma humano (HPV) (principal causa de cancro do colo do útero), Vírus da hepatite B e C (ligado ao Cancro do fígado), Vírus do linfoma T humano (HTLV-1) (associado ao linfoma e leucemia), Vírus da imunodeficiência humana (HIV) (vírus responsável pela SIDA, aumenta o risco do desenvolvimento de Cancro, nomeadamente linfomas, e um tipo de tumor raro - sarcoma de Kaposi), Vírus de Epstein-Barr (EBV) (associada a linfomas) e a bactéria Helicobacter pylori (associada ao Cancro do estômago e alguns linfomas).

  • Radiação ionizante: As radiações ionizantes podem provocar alterações celulares ao nível do DNA causando mutações genéticas e anomalias cromossómicas fundamentais na génese do Cancro.

  • Algumas substâncias químicas: a exposição profissional a determinadas substâncias (ex: pintores, trabalhadores da indústria química e da construção civil), apresentam um risco aumentado para desenvolver cancro.

  • Dieta pouco variada e pobre em frutas e vegetais: uma dieta rica em gorduras aumenta o risco para cancro do cólon, do útero e da próstata.

  • Falta de exercício físico e excesso de peso: a falta de actividade física e o excesso de peso, são factores de risco para cancro da mama, cólon, esófago, rins e útero.

  • Álcool: o papel do álcool na origem do cancro não está bem definido, no entanto, o álcool é um importante agente potenciador do efeito carcinogénico de certos agentes.

Alguns destes factores podem ser evitados (ex: fumar, exposição excessiva ao sol, dieta alimentar, álcool), está nas nossas mãos fazê-lo! Por outro lado, temos antecedentes pessoais e familiares que não podemos controlar. É muito importante informar o nosso médico sobre quaisquer dados clínicos da nossa história familiar, mesmo que nos possam parecer irrelevantes.


É importante ter consciência de que:



  • Nem tudo provoca Cancro;

  • O Cancro não é uma doença contagiosa;

  • O Cancro não é provocado por uma ferida, por um inchaço ou por uma pancada ou "traumatismo";

  • Ter alguns tipos específicos de infecções, por vírus e/ou bactérias, pode aumentar o risco de ter alguns tipos de cancro;

  • Muitas pessoas com factores de risco nunca irão ter cancro;

  • As pessoas são todas diferentes e, como tal, há pessoas mais sensíveis aos factores de risco do que outras.


Sinais de alerta



  • Nódulo ou dureza anormal no corpo;

  • Cicatrização difícil de uma ferida;

  • Dor persistente no tempo;

  • O sinal ou verruga que se modifica;

  • Perda anormal de sangue ou outros líquidos;

  • Tosse ou rouquidão persistentes;

  • Alteração nos hábitos digestivos, urinários ou intestinais;

  • Perda de peso não justificada.