Depois de um dia agitado, Marisa, deitou-se velozmente no sofá, num rápido movimento, ligou a aparelhagem e ouviu o seu CD favorito. A música era animada e o ritmo contagiante transformava lentamente o cansaço que sentia numa euforia saudável. O dia fora comprido, tinha passado a tarde com a mãe no shopping a comprar o material escolar necessário. A cada compra que fazia um novo sonho começava a desenhar-se na sua cabeça, era quase involuntário, mas o entusiasmo dela verificava-se mesmo sem querer, uma luz iluminava-a, talvez porque se sentisse preenchida de sonhos, de expectativas, de motivos para se agarrar à vida: mudaria nesse ano lectivo de escola e passaria a frequentar o curso de Artes. Esta mudança, consequentemente, alteraria toda a sua vida num ímpeto. Mas, apesar de sentir triste por deixar de ver alguns dos seus amigos, frequentemente, Marisa tinha uma filosofia de vida muito positiva, acreditava que…quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
A história de Marisa
Depois de um dia agitado, Marisa, deitou-se velozmente no sofá, num rápido movimento, ligou a aparelhagem e ouviu o seu CD favorito. A música era animada e o ritmo contagiante transformava lentamente o cansaço que sentia numa euforia saudável. O dia fora comprido, tinha passado a tarde com a mãe no shopping a comprar o material escolar necessário. A cada compra que fazia um novo sonho começava a desenhar-se na sua cabeça, era quase involuntário, mas o entusiasmo dela verificava-se mesmo sem querer, uma luz iluminava-a, talvez porque se sentisse preenchida de sonhos, de expectativas, de motivos para se agarrar à vida: mudaria nesse ano lectivo de escola e passaria a frequentar o curso de Artes. Esta mudança, consequentemente, alteraria toda a sua vida num ímpeto. Mas, apesar de sentir triste por deixar de ver alguns dos seus amigos, frequentemente, Marisa tinha uma filosofia de vida muito positiva, acreditava que…França alerta fumadores
A Direcção Geral de Saúde francesa pretende colocar nos maços de tabaco, até 2011, imagens chocantes para prevenir contra os malefícios do tabaco.As fotos propostas pela Comissão Europeia mostram os efeitos malignos causados pelo tabaco sobre a saúde. Pode-se ver, por exemplo, doentes com cancro, deformações corporais relacionadas com o tabagismo e um feto de uma mãe fumadora.
http://www.pop.eu.com/uploads/files/PROF%20SAUDE/NOTICIAS/tabaco.pdf
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Cancro do Pulmão

A principal função dos pulmões é receberem ar vindo do exterior, rico em oxigénio e eliminar para o exterior o ar rico em dióxido de carbono.
O que é o cancro do pulmão?
A maioria dos Cancros do Pulmão tem origem nos brônquios, embora também possa ter origem noutras partes do pulmão, como os bronquíolos e alvéolos. Em geral, o Cancro do Pulmão demora vários anos a formar-se. Muitas vezes, existem lesões pré-cancerosas. Estas, não são ainda tumores, não causam sintomas e não se vêm nos exames de imagem habituais. Com o tempo, estas lesões podem transformar-se em Cancro. Em determinado momento, passa a provocar sintomas e já pode ser visível nos exames disponíveis. Como nas fases iniciais, frequentemente, não apresenta sintomas, o Cancro do Pulmão muitas vezes é encontrado e detectado já numa fase mais avançada.
Quais os tipos de cancro do pulmão existentes?
Os tumores que têm origem no pulmão dividem-se em dois grupos principais: o Cancro do Pulmão de não-pequenas células (CPNPC) e o cancro do pulmão de pequenas células (CPPC), dependendo do aspecto das células envolvidas. Ocasionalmente, o tumor pode apresentar células dos dois tipos e, então, chama-se misto (situação rara).
É importante ter presente que cancros com origem noutros órgãos (ex.: mama, estômago, pâncreas, rim, etc.) e que metastizaram para o pulmão, não são cancros do pulmão e, como tal, devem ser tratados em função do órgão de origem.
Cancro do pulmão de não-pequenas células (CPNPC)
O CPNPC é o mais comum. Existem três sub-tipos. A sua designação provém do tipo de células onde o tumor se desenvolve:
· carcinoma de células escamosas ou carcinoma epidermóide: tende a localizar-se na zona mais central do pulmão, na proximidade de um grande brônquio e quase sempre está relacionado com o tabaco.
· adenocarcinoma: tende a ser encontrado mais na periferia do pulmão.
· carcinoma de grandes células: pode localizar-se em qualquer parte do pulmão e tende a crescer mais rapidamente e a ser mais agressivo.
Cancro do pulmão de pequenas células (CPPC)
Ocorre quase na totalidade em fumadores; regra geral, começa num brônquio central, cresce e metastiza rapidamente, antes de provocar sintomas específicos. Este facto é de extrema importância porque, na maioria dos casos, quando é feito o diagnóstico, já estão vários órgãos afectados.
Quais os factores de risco para ter cancro do pulmão?
Muitos factores de risco para ter cancro do pulmão estão relacionados com o uso de tabaco:
Fumo de tabaco: O risco de desenvolver cancro do pulmão nos fumadores é várias vezes superior ao dos não fumadores. Quanto maior a quantidade e o número de anos que se fuma, maior é o risco. A profundidade da inalação do fumo também pode ter importância. O fumo do tabaco contêm várias substâncias (carcinogéneos), que com o tempo vão danificando os pulmões, e levam ao aparecimento do cancro. Parar de fumar antes de ter cancro ajuda a reduzir significativamente o risco, porque os pulmões danificados vão-se reparando gradualmente. Os não fumadores que vivem com um fumador ou num ambiente de fumadores são chamados fumadores secundários, e têm um risco de vir a desenvolver a doença cerca de 20 a 30% maior.

Dado que o tabaco também é factor de risco para cancro de outros órgãos, deixar de fumar pode reduzir essa probabilidade.
RadiaçõesRadão: O radão é um gás radioactivo, invisível e sem cheiro que resulta da degradação do urânio existente em algumas rochas e solos de determinadas regiões.
Asbetos (Amianto): asbestos são fibras derivadas de minerais que existem naturalmente em algumas rochas – como a sílica – e que são usados em certas indústrias. As fibras de asbestos podem libertar-se e quando inaladas aumentam o risco de cancro do pulmão.
Poluição: foi identificada, ainda que não esteja bem definida, a possível ligação entre o cancro do pulmão e a exposição a certos poluentes do ar.
História pessoal e familiar: uma pessoa que já tenha tido cancro do pulmão tem maior probabilidade de desenvolver um segundo cancro do pulmão do que as que nunca tiveram.
Deixar de fumar, quando o cancro do pulmão é diagnosticado, pode diminuir a probabilidade de desenvolvimento de um segundo cancro do pulmão.
Quais os principais sinais e sintomas do cancro do pulmão?
· Tosse ou rouquidão persistente e que agrava com o tempo ( por mais de duas semanas).
· Tosse e expectoração com sangue.
· Dor persistente no peito.
· Falta de ar, tipo "asma" ou rouquidão.
· Nódulos ou inchaço na zona do pescoço e rosto.
· Infecções respiratórias repetidas, tamonia ou bronquite
· Perda de peso não justificada.
· Sensação de fraqueza ou fadiga.
A maioria destes sintomas são gerais e podem não estar relacionados com cancro. Regra geral, nas fases iniciais o cancro não provoca dor. Ao detectar um algum destes sintomas é importante a consulta imediata de um médico.
Quais os exames de diagnóstico para o cancro do pulmão?
Broncoscopia: através deste exame, o médico pode recolher células ou pequenas amostras de tecido.
Biópsia aspirativa por agulha: permite a recolha de um fragmento de tumor.
Toracocentese: permite colher uma amostra de líquido, para procurar células cancerosas.
Toracotomia: consiste numa operação para diagnosticar o cancro.
Análises clínicas ou exames laboratoriais: as análises ao sangue, urina e outros fluidos, podem ajudar no diagnóstico de qualquer situação que não seja normal, permitem demonstrar como é que um determinado órgão está a desempenhar a sua função.
Exames imagiológicos
· Radiografia (raio-x): forma mais comum de ver os órgãos e ossos.
· TAC (tomografia computorizada): permite a obtenção de imagens detalhadas dos órgãos.
· Cintigrafia óssea: permite a obtenção de imagens do esqueleto através da introdução de uma pequena quantidade de substância radioactiva na corrente sanguínea.
· Mediastinoscopia: ajuda a determinar se o tumor metastizou para os gânglios linfáticos do tórax.
· Ultra-sons (ecografia): produz imagens dos órgãos existentes no interior do corpo através de ondas sonoras de alta frequência (ultra-sons).
· RM (ressonância magnética): são criadas imagens detalhadas do organismo através de ondas de rádio e de um íman.
· Estudo por PET (tomografia por emissão de positrões): permite ver a forma e função dos órgãos.
Biópsia: através da recolha de uma amostra de tecido, que é posteriormente examinado ao microscópio por um médico especializado, é possível diagnosticar o Cancro.
Tal como nos noutros tipos de Cancro, o tratamento do Cancro do pulmão depende do seu estadio. O importante é ter uma atitude positiva e lutar contra a doença.
Não te esqueças, a prevenção é a chave, diz NÃO ao Cancro!
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Renove esta energia e ajude o IPO
Neste Natal, existem vários pilhões espalhados pela escola, coloca lá as tuas pilhas e baterias usadas e ajuda o IPO! Cada pilha ou bateria usada que está esquecida em tua casa pode ajudar a salvar a vida de quem precisa!
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Projecto Simbiontes
Através de ateliês pedagógicos, vários sectores da sociedade (cientistas, artistas, crianças, idosos, associações de doentes), criam materiais originais com a finalidade de angariar fundos para o desenvolvimento da ciência em Portugal.
Nesta fase, a Associação Viver a Ciência aliou-se à escola de arte Ar.Co e ao Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa. As crianças que se encontram em ambulatório neste hospital foram convidadas a participar em ateliês onde viajaram pelo mundo da arte e da ciência, a partir da história "A Menina do Mar", de Sophia de Mello Breyner Andresen. O dinheiro obtido no leilão das obras realizadas pelas crianças reverterá para o financiamento da investigação básica na área da Oncologia.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
O código europeu contra o Cancro (CECC):
- Não fume.
- Evite a obesidade.
- Pratique, diariamente, exercício físico.
- Aumente a ingestão diária de vegetais e frutos e limite a ingestão de alimentos contendo gorduras animais.
- Modere o consumo de bebidas alcoólicas.
- Evite a exposição demorada ou excessiva ao sol.
- Cumpra as instruções de segurança relativas a substâncias ou ambientes que possam causar cancro.
- As mulheres devem participar no Rastreio do Cancro do Colo do útero (Papanicolau).
- As mulheres devem participar no Rastreio do Cancro da Mama.
- As mulheres e os homens devem participar no Rastreio do Cancro do Cólon e do Recto.
- Participe em programas de vacinação contra a Hepatite B.
domingo, 15 de novembro de 2009
Quais os factores de risco para ter cancro?
- Idade: é o factor de risco mais importante. Nos dias de hoje, começa a assumir-se que o Cancro deva ser entendido como uma “doença crónica” que acompanha o envelhecimento das células.
- História familiar de Cancro: algumas alterações genéticas, que podem aumentar o risco de ter Cancro, passam de pais para filhos. O herdeiro dessa alteração genética tem maior probabilidade de desenvolver a doença, no entanto, é raro que tal aconteça.
- Determinadas hormonas: alguns estudos indiciam que a terapêutica hormonal de substituição (na menopausa) pode aumentar o risco de cancro da mama.
- Tabaco: devido aos carcinogéneos presentes no fumo do tabaco, os fumadores têm maior probabilidade de ter cancro do pulmão e outros tipos de cancro (ex: cancro da boca, garganta, laringe, esófago, estômago, pâncreas, rim, bexiga, colo do útero e leucemia).
- Luz solar: A radiação ultravioleta proveniente do sol ou de solários provoca o envelhecimento precoce da pele, bem como alterações que podem vir a originar Cancro da pele.
- Alguns vírus e bactérias: o Vírus do papiloma humano (HPV) (principal causa de cancro do colo do útero), Vírus da hepatite B e C (ligado ao Cancro do fígado), Vírus do linfoma T humano (HTLV-1) (associado ao linfoma e leucemia), Vírus da imunodeficiência humana (HIV) (vírus responsável pela SIDA, aumenta o risco do desenvolvimento de Cancro, nomeadamente linfomas, e um tipo de tumor raro - sarcoma de Kaposi), Vírus de Epstein-Barr (EBV) (associada a linfomas) e a bactéria Helicobacter pylori (associada ao Cancro do estômago e alguns linfomas).
- Radiação ionizante: As radiações ionizantes podem provocar alterações celulares ao nível do DNA causando mutações genéticas e anomalias cromossómicas fundamentais na génese do Cancro.
- Algumas substâncias químicas: a exposição profissional a determinadas substâncias (ex: pintores, trabalhadores da indústria química e da construção civil), apresentam um risco aumentado para desenvolver cancro.
- Dieta pouco variada e pobre em frutas e vegetais: uma dieta rica em gorduras aumenta o risco para cancro do cólon, do útero e da próstata.
- Falta de exercício físico e excesso de peso: a falta de actividade física e o excesso de peso, são factores de risco para cancro da mama, cólon, esófago, rins e útero.
- Álcool: o papel do álcool na origem do cancro não está bem definido, no entanto, o álcool é um importante agente potenciador do efeito carcinogénico de certos agentes.
Alguns destes factores podem ser evitados (ex: fumar, exposição excessiva ao sol, dieta alimentar, álcool), está nas nossas mãos fazê-lo! Por outro lado, temos antecedentes pessoais e familiares que não podemos controlar. É muito importante informar o nosso médico sobre quaisquer dados clínicos da nossa história familiar, mesmo que nos possam parecer irrelevantes.
É importante ter consciência de que:
- Nem tudo provoca Cancro;
- O Cancro não é uma doença contagiosa;
- O Cancro não é provocado por uma ferida, por um inchaço ou por uma pancada ou "traumatismo";
- Ter alguns tipos específicos de infecções, por vírus e/ou bactérias, pode aumentar o risco de ter alguns tipos de cancro;
- Muitas pessoas com factores de risco nunca irão ter cancro;
- As pessoas são todas diferentes e, como tal, há pessoas mais sensíveis aos factores de risco do que outras.
Sinais de alerta
- Nódulo ou dureza anormal no corpo;
- Cicatrização difícil de uma ferida;
- Dor persistente no tempo;
- O sinal ou verruga que se modifica;
- Perda anormal de sangue ou outros líquidos;
- Tosse ou rouquidão persistentes;
- Alteração nos hábitos digestivos, urinários ou intestinais;
- Perda de peso não justificada.